segunda-feira, 6 de junho de 2016

No mato no Centro de Itabuna

Tem dias que a gente tá num tesão da porra. Ninguém pra fuder e o bom e velho bate papo do uol ajuda muito, no mínimo vc conhece gente diferente. O que complica sempre é que todo mundo quer fuder, mas ninguém tem local. Numa dessa investidas, conheci um cara legal. Ele era negro, alto e magro, não era bonito. A gente conversou e não tínhamos local pra fuder. Ele me propôs de ir em um lugar que ele ja tinha ido. Fiquei receoso, pq mesmo sendo noite, eu morria de medo, por Itabuna ser uma cidade perigosa. O tesão falou mais alto e eu fui. Nos encontramos na lateral do Colégio AFI, nos cumprimentamos e ele seguiu na frente. Eu tava morrendo de medo. Atrás do colégio tem um prédio da Oi, se não me engano. Fomos atrás desse prédio onde tem um muro enorme e atrás só tinha mato. Fiquei receoso, olhando pra todos os lados, abaixei minha calça e ele começou a mamar ali. O cara era fogoso, chupava forte meu pau e meu saco. De repente ele começou a apertar minha bunda enquanto mamava meu pau, não me importei, começou a beijar minhas coxas e foi me virando e beijou minha bunda, me posicionou de costas, encostado no muro, fiquei um pouco assustado, imaginei que ele pudesse querer meter em mim, ele tinha dito que era passivo. Ele abriu minha bunda e começou a beijar meu rego, era uma coisa estranha, nunca tinha imaginado aquilo antes, o cara começou a passar a língua no meu cu. A sensação era boa, Quando dei por mim, estava de quatro, todo arreganhado com o negão comendo meu de língua, não quis saber de mais nada, aquilo era bom demais. Batia punheta e apertava o mamilo enquanto ele babava meu cu com gosto. Gozei forte e gostoso, mesmo sendo ativo, dali em diante sempre gostei quanto do cara curte chupar meu cuzinho. O cara nem tirou a roupa, curtia mesmo era fazer o outro gozar. Um tempo depois eu comi o rabo dele na casa dele. Foi o passivo mais pauzudo que comi, brincando tinha uns 25 cm.

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